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Julie Garwood - Meu Querido Guerreiro



“Eu, Tarzan. Você, Jane!”
Ok, ok.... a trama “Meu Querido Guerreiro” passa-se na medieval Inglaterra feudal de 1086, e foi publicada pela autora Julie Garwood em 1985. Nada tem em comum com Tarzan, o personagem de ficção criado pelo escritor Edgar Rice Burroughs no romance “Tarzan of the Apes” (Tarzan dos macacos) de 1912 , além de certa propensão natural no mocinho Geoffrey em ser tão Neanderthal.
Vou explicar o porquê dessa colocação...


Meu Querido Guerreiro
Julie Garwood

Pensem num cavalheiro abatido, em coma durante vários dias e que quase “ bate as botas”. Elizabeth, como boa “ministradora de ervas” cuida do grandão desmaiado, e ele acorda – assim, pá-puff – durante a noite e eles trocam o maior beijo. O “herói” dorme novamente e ao despertar no dia seguinte descobre que ela foi embora.

  • Claroooooooo que o defensor de fracos vai atrás da mocinha, e depois de expressar seu lado vouyer observando-a banhar-se, “luta” com bandidos que tentam roubar a virtude daquela que elegeu como sua. Éééééééé!!! Isso mesmo...! Geoffrey, que acabou de levantar da cova, “trucida” os bandidos e depois ainda consola a mocinha Elizabeth com seu abraço forte e protetor.
  • Depois disso? Putzzz, tem mais: Indiferente à vontade de Elizabeth, o salvador dos desamparados comunica sua benevolente decisão de unir-se a ela em matrimônio. (Um importante aparte: Tenham em mente que ele levantou da cama onde esteve prostrado inconsciente por dias, foi galopando atrás da mocinha e lutou com 3(não um ou dois, mas 3!!!) bandidos! Dr. House explica: talvez tenha sido a alta dosagem de testosterona que subiu-lhe pela bílis depois que viu-a no lago, e converteu toda sua fadiga em força e toda sede de vingança em tônus muscular, claro, independentemente dele mal ter se alimentando enquanto inconsciente. ^_^
  • Voltando á linha do tempo, O CARA QUE QUASE CONHECEU O LADO DE LÁ (*Eu não me conformo com isso) depois de ser o herói invulnerável e a mocinha órfã sob sua proteção vão para o castelo, onde se casam...Casaram? Pra que esperar?? “O-finalmente-não-tão-finalmente-acontece!” (risos). Mas não pensem num carinho “delicado”, nãoooooooooooo, óh, não mesmo: Geoffrey incorpora o verdadeiro “falcão”, como é conhecido em todo o reino!

Penso que não preciso explicar mais nada, certo? Só repetir: "Eu, Tarzan. Você, Jane." Ok, ok, ok, ele não arrastou a mocinha pelos cabelos, bateu no peito com punho fechados falando UGA-UGA, e nem brandiu seu tacape (sem alusão alguma)... Mas diante de tudo concordam que precisaria?

Não se trata de spoiller! o casamento ocorre logo no inicio da trama. Na sequência temos o romance gracinha que conhecemos tão bem, pois independe de ser um livro de livraria, é um típico “banca” disfarçado = > Mocinho-machão-mandão-cabeça-dura cheio de pré-conceitos sobre o casamento e a convivência conjugal, crê que a esposa deva viver sempre á sombra do marido, não gosta de demonstrar qualquer resquício de intimidade além das 4 paredes do quarto. Em suma... uma fera-tapada que é mais que domada no decorrer da trama. Além do romance, o enredo tem enfoque no misterioso ataque que vitimou toda a família de Elizabeth.

Apesar dos pesares, apesar dos gritantes clichês que citei, SIM, eu gostei desse livro. Não há a mesma profundidade nos diálogos que me encantou em “Esplendor da Honra”, da mesma autora, e até mais por ser seu primeiro livro nota-se certa imaturidade. Mas eu recomendo: quem gosta de romances históricos certamente gostará de Meu Querido Guerreiro.

Sinopse da orelha:
Na Inglaterra feudal, Elizabeth Montwright escapa por um triz da chacina que destruiu sua família e a exilou de seu castelo ancestral. Decidida a vingar-se, ela passa outra vez pelos portões da fortaleza, disfarçada de camponesa, para pedir a ajuda de Geoffrey Berkley, o poderoso lorde que expulsou os assassinos de sua família.

O corajoso guerreiro ouviu as súplicas da jovem, resistiu a suas exigências e jurou seduzir sua bela súdita. Contudo, ao lutar contra as carícias desse guerreiro, o coração de Elizabeth se inflamou-se de amor pelo galante homem que se tornaria o defensor de sua causa... e lhe conquistaria seu indomável coração!


Comentários
25 Comentários

25 comentários:

  1. SA, fiquei alucinada por esse livro depois de passar aqui.
    Eu quero, eu quero, eu quero !!!!

    Amei a resenha.

    Bjs
    Luka.

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  2. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Adorei a resenha!!!!!!! Eu já li esse livro e gostei tb.

    Gosto de livros de banca =D

    Sério, a resenha tá ótima!!

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  3. Ganhei esse livro, falta apenas ele chegar, ansiosa!
    GOSTEI DE VER SUA VISÃO SOBRE O LIVRO!
    Beijos meninas!

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  4. kkkkkkkkkkkkkkkk
    Resenha super engraçada!
    Apesar do q falou, eu não me interessei muito pela história. Mas quero muito ler “Esplendor da Honra”. Esse já está na minha lista a algum tempo!

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  5. ADOREIIIIIIIII a sua resenha
    RAXEIIIIIIIIIIIIIIII
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    agora a história me pareceu diferente no resumo :s - ai quantas vezesjá fui enganadas com esses resumos, fico REVOLTADAA quando isso acontece, no resumo tá uma coisa e a história é outra, tipo o livro: Inocente Traidora, esqueci a autora, cara no resumo diz q tipo ela quer provar pro marido q traição não é pecado mas quando vc le o livro NÃO É NADA DISSOOOOO, ela quer é provar a ele q foi tud uma armação, ainda bem q eu li o livro pq eu gostei dele, e fora outros livros q eu pensei q fosse muuuito bom e quando li aff sem comentários rsrs

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  6. Ahhh gostei mto da resenha e vou atrás deste livro agora...
    Amei =)

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  7. ah resenha ficou bem engraçada ... adorei ... sempre ouvi falar muito bem dessa autora, então algo dela eu pretendo ler. Esse fiquei na duvida com essa história de Tarzan rsss

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  8. Shazannnnn! Apareci rsrs
    Oi Sabrina!
    Tuas resenhas são legais, bem humoradas, dá até para encarar o livro kkkkkk

    Beijos.

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  9. Ah Sabrina, sua resenha descreveu exatamente o que senti lendo esse livro. "Mim Tarzan..." foi só o que faltou mesmo pra completar a cena. Não é que eu não tenha gostado, esse foi um dos que eu gostei MENOS da Julie Garwood. (pq afinal, eu amo ela, rsrs). Mas vamos dar um crédito, por ter sido o primeiro livro na carreira dela, né? Logo se percebe que ela melhorou e muito depois disso, hauhau. Beijos! =)

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  10. adoorei a resenhaa *-*
    o blog ta lindo
    bjo

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  11. Tem lengalenga? Pois é isso que acaba com os livros quando estou lendo, eu fico puta da vida com a lengalenga..kkk
    Foi por isso que Esplendor e Honra foi gongado da lista de livros que virei fã...kk
    Bjos

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  12. Oi Sabrina!
    Ri muito com sua resenha! Apesar do livro ser cheio de clichês fiquei curiosa. kkk
    Bjs

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  13. Adorei a sua resenha ,,,muito legal ,mais jah li tipo uns trÊs livros com esse mesmo enredo vou deixa para proxiam este livro ....
    bajaummm

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  14. KKKKKK!!
    Se eu não quisesse ler o livro, sua resenha teria me convencido, de tão bem escrita, mas como eu queria, só reforçou minha vontade!
    Beijos!

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  15. Eu ri muito com a sua resenha, Sa. kkkkk

    Beijos.

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  16. Eu prefiro quando o "mocinho" quer vingança e acaba quebrando a cara apaixonado pela "mocinha"!! ahahahaha

    Mas adorei a resenha desse!! XD
    E é da Julie Garwood né?! Precisa falar mais alguma coisa?! ahahaha

    =**

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  17. Adorei a resenha, o livro parece ser do jeito que eu gosto, hauhauahau.
    Adoro um mandão-possessivo-TDB, são meus favoritos, kkk.

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  18. Ri muitoooooo! kkkkkkk


    Hilária a resenha!

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  19. Que interessante uma visão tão irônica!

    Mayara

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  20. Adoreeii!!! hhaahahah
    Muito bom! Adoro um romance histórico na Inglaterra! E eu não conhecia essa "Dr. House explica" kkk E explicou bem!
    Ta na listinha!!!

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  21. Sabrina,
    Sempre quero ler os livros dessa autora, mas tenho medo, sabe essas coisas altamente viciantes, essas autoras que pegam a gente pelo pé mesmo!
    kkkkkkkkk.
    Mas um pra ir pra minha pilha!

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  22. sua resenha está muito engraçada Sabrina. kkkk
    A Curiosidade bateu aqui, ^^
    beijos.

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  23. Já li esse livro e adorei! na verdade é difícil não gostar dos livros da Julie Garwood... rsrsrs
    Bjs,
    Vick

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