='cap-left'/>

Jasinda Wilder - Stripped


“Stripped” é um livro escrito pela a autora Jasinda Wilder que, infelizmente, não possui nenhum livro lançado no Brasil (que eu saiba). Desde que vi a capa e li a sinopse fiquei interessadíssima nele, pois aparentava ser um romance muito bom; vamos dizer que não me enganei.

A história é centrada em Grey Amundsen, uma linda garota que é naturalmente sexy e que chama a atenção dos homens sem esforço. Ela é filha do pastor e fundador da própria igreja na sua pequena cidade

Grey sempre adorou dançar, mas conseguir fazer aulas foi um sacrifício, pois o pai não aceitava, dizia que não era algo para uma moça da igreja. Graças à mãe ela conseguiu, ela - a mãe - era, aliás, a responsável por manter a união e paz na família, e quando morreu as coisas simplesmente desandaram.

A protagonista tem um sonho: trabalhar no cinema; mas não como atriz e sim atrás das câmeras. Dessa vez sem a mãe para interceder ao pai por ela, o pastor não apoia os sonhos da filha e tudo que resta a Grey é partir sem nada além da roupa para realizar seus sonhos.

Grey então parte para USC para estudar cinema, só que o empréstimo da bolsa de estudos se esgota no fim do primeiro ano na universidade. Ela tenta conseguir emprego, só que as coisas não dão certo. Voltar para casa ou pedir dinheiro ao pai estão fora de questão.

Como que uma garota virgem, tímida e super protegida sobrevive na cidade? Ela faz a única coisa que sabe fazer: dançar.

Ser uma “dançarina exótica” é a última coisa que Grey gostaria, mas paga bem e ela precisa de todo o dinheiro que conseguir. Ela consegue um estágio não renumerado numa dos maiores estúdios de produção privados de LA, e enquanto não possui uma renda só resta fazer aquilo que mais odeia e que considera pecado: ser estriper. O que Grey não imaginava é que a dança do pecado traria algo de muito sexy e bom para sua vida: Dawson Kellor, um dos maiores atores de Hollywood e também o homem mais sexy do mundo.

Quando Dawson Kellor vê aquela garota dançado, fica louco por ela, ainda mais porque ele percebe a inocência de Grey e sabe que ela não pertence aquele lugar.

Grey e Dawson se sentem atraídos de imediato e o destino parece querê-los juntos, pois eles acabam trabalhando no mesmo projeto. O estúdio onde Grey trabalha começa a produzir um filme onde Dawson é o protagonista e ela é designada para ser sua assistente.

Dawson Kellor não perderá a oportunidade de fazer aquela garota sua, mas será que Grey Amundsen?

É tão bom quando você quer muito ler um livro e quando ler ele não te decepciona. É isso que aconteceu com “Stripped”. A história é ótima e valeu muito a pena ter ido dormir às 5h da manhã.

Jasinda Wilder escreveu uma história romântica com personagens apaixonantes. Por mais que a história não explore muito o lado obscuro de Hollywood, a autora não deixou de mostrar um pouco da face feia desse mundo de entretenimento. O próprio Dawson Kellor é mostrado como um jovem rico que já lidou com drogas, bebidas e o que há de podre no mundo de Hollywood.

Gostei bastante da protagonista, pois ela foi criada em um mundinho extremamente protegido, mas quando quis realizar seus sonhos não mediu esforços para conseguir. Acho que a autora expos de uma maneira interessante essa profissão que, querendo ou não, é vista por muitos de modo preconceituoso onde se enxerga uma dançarina exótica como uma profissional do sexo, principalmente para muitos dos homens que vão aos lugares e acham que pode tratar as mulheres como quiserem.

Foi legal também ler sobre os sentimentos contraditórios de Grey, especialmente em relação ao sexo antes do casamento. Por mais que tenha abandonado os costumes com os quais foi criada, ela ainda carrega dentro de si os ensinamentos do pai.

Dawson Kellor é sexy, lindo e riquíssimo, então é o típico cara que você baba, porém quando está realmente interessado em uma mulher ele deixa de ser o cafajeste que sempre foi para se transforma em o “cavaleiro branco”. Ele é simplesmente apaixonante!

A história é em primeira pessoa, narrado por Grey. A pesar de está acostumada com o estilo de narração, acho que teria sido mais legal ter capítulos alternados entre ela e Dawson ou se a história fosse narrada em terceira pessoa.

“Stripped” é ótimo, vale muito a pena ler. A história é muito boa e o romance maravilhoso. Espero que alguma editora brasileira adquira os direitos autorais do livro, pois seria um ótimo lançamento e, com certeza, venderia muito.

Super recomendo!

Mais informações em:

Comentários
2 Comentários

2 comentários:

  1. Lu, eu também gostei do livro, mas também acho que tinha que ser em terceira pessoa sabe?
    Me cansava um pouco os dilemas dela e tal. Entendo que ela foi criada daquela maneira, mas me enervava muito.
    E pende mais pro lado do drama e acho que eu não tava no clima pro livro.
    Beijo ;)

    ResponderExcluir